Batom vermelho

– clica nos links que vai fazer mais sentido, ou não –

Maquiagem parece vício as vezes pra mim. Estou notando que se desenvolveu um TOC já: não saio de casa sem no mínimo corretivo, rímel e blush. Digo no mínimo porque passo eles pra ir à praia. Em cima do filtro, e todos os produtos que são de praia. Antes de ir dormir, mais mil etapas, as de antes de ir dormir. Será que isso tudo tem sentido? Eu me pergunto também. Tava em Salvador ontem, me apaixonei na cidade, da energia das pessoas nem falo, só ouço. Tava de batom vermelho. Falei aqui em baixo que ganhei os produtos e tô querendo testar todos eles pra fazer post. Não que eu não fosse curtir isso por si só, mas agora não saio mais sem o Lady Danger. Tava meio wou demais pro ambiente, mas eu fico tranquila com isso. Vai me dizer que ninguém tem seu lado só um tiquinho cafona? Quando eu penso em testar produtos é isso. E usar batom vermelho já é como uma pesquisa social pra mim, o “batom vermelho e as situações”. Sempre disse que no seu dia de pior humor, passa batom vermelho de manhã pra ir trabalhar, eu garanto e comprovo que muito menos pessoas puxarão papo com você logo de cara. As pessoas te olham de outro jeito mesmo, por isso que muita menina não tem coragem de usar. Mas falemos sobre coragem rs. Não é tudo uma grande brincadeira? Porque tem que ser tão sério? Enfim, vocês sabem, eu acho assim, e só o que nos cabe mesmo é o teste e o novo teste. Eu defendo o batom vermelho, e até o azul, não é pela cor nem pelo batom.

Uma moça lindíssima, a Suzana, que a gente conheceu no ônibus pro Pelourinho, foi tudo por causa do batom vermelho. E a conversa sobre como as vezes a gente vai devagarzinho esquecendo da gente, e como isso é uma ladeira abaixo. Um dia que a gente fica com “preguiça”, uma semana, depois tudo é motivo, essas coisas que todas as meninas já sabem, é o caminho da depressão. Do meu vício com corretivo-rimel-blush, sei lá, acho que ainda tô bem. Não vou nem chamar de vício, vou chamar de esporte. Das categorias aos básicas às mais complexas, e divertidas.

Lembro muito quando eu descobri a maquiagem no dia a dia, foi um shinninghappyday rs, conta direitinho nesse post, do Dia de Beaute, que eu sou muito fã. Fui entrando nesse mundo toda tímida, e fui descobrindo tantos pequenos prazeres que faziam tão grandes diferenças… Acho que é mesmo o lance dos pequenos prazeres… É muito legal ver o curso rolando porque as meninas tem uma injeção rápida disso, de descobrir elas mesmas, como eu mesma já passei e continuo passando, todo mundo né. É lindo de se ver, eu sempre vou achar isso lindo. A gente menina tem, pelo menos nessa configuração social rs, uma chance muito maior de se contruir e re-construir, e colorir, e voltar atrás e passar nude, de colocar a bochecha no lugar, de apagar aqui ou alí, enfim…. fazer isso direito – ou melhor, tirar o máximo proveito disso, é um direito feminino.

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Lady Danger* no sol (ou no por-do-sol do farol) – Aprovado.

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(*Lady Danger, R$ 69,00 logo alí na MAC do Shopping Vitória – já pensou? É logo mais!)

Próximos produtos e links com sentido múltiplos, se tudo correr tão surpreendentemente bem, em breve.


Piquenique num Vulcão

Galera, acabou de sair o clipe novo no Macaco, baseado na fotonovela Marlboro Vermelho, e ficou incrivelmente lindo, e tem toda uma história legal por trás, vê aí o resultado que ali em baixo eu conto tudo! Amei muito!! Chic e sujo, como a música, que eu também adoro rs:

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Na primeira e mais pura rs edição do Festival Omelete Marginal, a cidade toda se agitou, se re-moldou, novas conexões aconteciam em todos os cantos, quem lembra? Era 2008, eu tinha morado fora e cheguei bem no olho do furacão, acho que 2 ou 3 meses antes só. E, como não podia deixar de ser rs, doida pra me envolver e participar dessa produção toda, de qualquer e de todas as formas que desse rs. Na época estavam assim também meu amigo, diretor de arte e gerador frenético de caraminholas Thiago Setubal, e o então amigo dele que eu nem conhecia, o fotógrafo e inquieto Vitor Malheiros. Um fotógrafo, um DA e uma redatora (até então encantada com make e cabelos, mas só isso) inventaram de fazer pra apresentar lá no dia uma fotonovela, que por fim só saiu o primeiro cápitulo, e por isso ficou na gaveta anos e anos (quase 2 anos).

A música tema da trama toda era Piquenique num Vulcão, uma música linda do Dante Ixo, cantada pelo Macaco, que era o personagem principal da trama. E continua sendo, porque foi ele que foi atrás do material todo, e não deixou ele morrer, criando depois esse clipe lindo, que teve a ajuda do Lizandro Nunes e da Ana Murta pro novo roteiro, edição e direção.

A parte que mais precisa ser dita é a sensacional participação em massa de uma galera toda muito foda! Não foi fácil juntar todo mundo, talvez esse foi o maior dos problemas pra conseguir criar os outros capítulos, mas nesse primeiro teve até participação especial do grande homenageado do ano no Festival, o ícone da música e da contra-cultura capixaba Afonso Abreu, ele era o marido da personagem da Sanny Lys, que era a diva, por quem o detetive se apaixonava, mas era a também linda Tamy Macedo que ele pegava rs. O figurino é muito acervo rs, mas também vestidos da Gabi King, e camisas Duo, e se eu não me engano o vestido da Sanny era do Lamartine Neto. Eu queria, mas pode ficar chato pq já está tudo alí em baixo rs, então não vou falar um a um de novo o nome de todos que batem ou que apanham nesse clipe rsr (até eu tô aí comprando briga rsr). A ficha completinha tá aqui em baixo, da galera da fotonovela e da galera que ajudou a transformar isso no clipe.

É muito legal ver projetos assim, que envolvem um monte gente bacana, e que viram, reviram e se transformam! Valeu Monkey por não deixar esse trabalhão todo se perder!

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E o melhor o clipe vai ser lançado com um show, e nos vamos estar todos lá pra ver os detalhes no telão, né? Eu vou com certeza rs

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Parabéns pra todo mundo que participou, valeu!


Pra gente matar a saudade

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Eu pude matar um pouquinho a saudade do Juliano e da Sil no show lindo lá no Noir, mas ainda não toda. Vale ouvir e repetir…

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.capítulo I.

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.capítulo II.

Ele nunca saberia que ela também sabia disso. Nunca saberia que ela só estava passando por ali, como quem passa por uma cidadezinha e tem que se hospedar, até que o carro fique pronto. E se hospedar era tudo que ela queria. Como boa parasita que sempre foi, só queria outro corpo onde pudesse comer. E para isso tinha tudo o que precisava: beleza.

A mesma beleza que lhe privou de todos os entraves pelo caminho. Que sempre lhe deu os melhores lugares. Desde menina. Essa beleza que cega e depois mastiga devagar. Não a beleza que simplesmente deixa as coisas mais leves, mas uma beleza enxadrista. Que se molda a favor das coisas que lhe faz sentir, em todos os dias de sua vida, a qualquer preço, o mundo dobrado aos seus anseios. Uma beleza que enlouquecia qualquer sexo. Mas sexo mesmo ela nem gostava tanto. O sexo em si, a coisa dos corpos no contato constante, dos urros e outras pequenas violências, ela não gostava. Gostava mesmo era da putaria pequena. De mãos estranhas entre suas pernas nos clubes escuros. De gozar no travesseiro antes de dormir. De se esfregar nos primos. Quando via que não escaparia mais uma noite assim, bebia muito e se entregava a qualquer coisa.  E essa coisa qualquer, num tempo não muito curto, seria ele.  Uma mulher sabe, assim que encontra um homem, pelo modo como ele a olha, que ele sempre estará preso aos seus gestos. E faz disso um brinquedo novo. Antes que ele dissesse, venha na próxima segunda, ou qualquer coisa assim, ela o olhou com malícia e perguntou: então, quando começo¿ E ele fingindo ser duro e dono de si mesmo, esboçou umas consideções e disse: venha na próxima segunda e verei o que posso fazer.

Depois que ela saiu da sala, ele ficou fitando o ar e se permitiu uns sonhos bestas. Imaginava ela ali todos os dias, pairando ao seu redor, fazendo de tudo para agradá-lo e ele fingindo insatisfação. Até que um dia, querendo estar mais próxima, ela incitasse um pouco mais de intimidade e perguntasse a ele bobeiras sobre sua vida pessoal. Coisa que ele saberia transformar em uma conversa leve e depois atraí-la a um drinque pós expediente, ali mesmo na sala dele. Então tudo aconteceria naturalmente: uns risos altos, a mão dela batendo forte em sua perna, ele pedindo para tirar um cisquinho perto do olho dela, a perplexa troca de olhares, um beijo atrapalhado, depois outro firme… Então suas fantasias cresciam e ela se tornava todas as mulheres numa só. Saltando em seu colo e se apertando com força para sentir o volume crescendo. Pegando-o pela nuca e lhe trazendo para os seios, impedindo que ele lhe rasgasse a roupa, que lhe mordesse e coisas assim. E com a mão já quase suando ela abriria seu zíper e traria para fora o membro latejante. Ele tentaria puxar sua calcinha para o lado, mas ela não deixaria. Jogaria o corpo para trás e se deitaria no chão abrindo e fechando as pernas até que ele saltasse em cima dela.  Seus pensamentos foram interrompidos por alguém batendo à porta. E já na esquina ela ia pensando: Coitado, tá na minha mão! Aposto que já está louco para me comer. Coitado.

Juliano Gauche


sexta de calor

Galera, mais uma sexta sem sorteios, desculpa!! O calor de Sun Hell City ihihih essa é da Fabi, não me deixa pensar! E terça da semana que vem é a festinha de laçamento dos 5 indicados de cada categoria do Prêmio Omelete, aguarde por essa!!!! Enfim, prometo que semana que vem vai ter mais que um sorteio só pra me desculpar de 2 semanas abaronizadas.

Em vez disso, deixo vocês nessa sexta com o post aqui em baixo, um conto muito mais a cara da calma e do amor de uma sexta-feira feliz feliz. Leiam com carinho. É uma o começo de uma história que ainda não tem nem título, que esta sendo escrita especialmente para esse blog pelo giga, enorme, lindo, talento, charme, meu escritor favorito, que orgulho!  Juliano Gauche. Sem mais pq o bofe tá de casamento marcado. 🙂

Ju, muito obrigada, vc sabe que eu amo seu texto, é um orgulho ter vc aqui.

Ouçam o Juliano aqui, o Solana aqui e leiam mais o que ele escreve aqui.

Leiam o conto ainda sem nome aqui em baixo e aproveite!! 🙂

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Foi o jeito que ela entrou no lugar dele que acabou com tudo.  A beleza é realmente impossível de explicar. Mas ninguém ousaria dizer que ela era feia. E pior do que ser bem claro que ela era bonita, era o fato de ficar ainda mais fácil de ver que ela sabia muito bem disso. Usava a beleza com a mesma destreza de um músico velho. Ali, na primeira vez que a viu, ele começou a entrar sem se dar conta noutro  lugar do mundo. Um lugar cheio de palavras vazias e carregadas de paixão. Já na sala de espera, logo quando ela entrou, ele perseguiu seu tom de voz de longe. Via-a caminhando até à mesa da recepção e voltando até sumir atrás de um cartaz de campanha, colado no vidro da sua sala.  Atendeu às outras três candidatas com todo azedume que sua superioridade permitia. Para ele, elas, com todos os seus obrigados e outros tantos gestos doces, vistos de um lugar onde nada disso importa, não passavam de números em uma ordem decrescente, demorando muito a passar. Ele, graças a esses tantos bloqueios que um homem tem, não se dava conta, mas não via a hora dela entrar. E ela entrou. Ninguém explica a beleza, mas ela pára o tempo quando acontece. Quando uma mulher sua encontra em sua hora completa, com todas as cores e texturas em seus lugares certos, tudo em sua volta sai do lugar. E foi isso que ele sentiu. Sem saber, é claro. Já numa certa idade, qualquer bloqueio de um homem pode esconder até que ele é um homem. Agora o tempo avançava e ela já encontrava colada em sua mesa. Ao levar algumas folhas com suas referências até ele, seu rosto avançou de um jeito tão forte que ele se empurrou para trás. Aquilo para ela passou como um gesto simples. Para ele foi um susto perfeito. Uma coisa impossível de controlar. E completamente, mas não visivelmente, descontrolado, ele pegou todas aquelas folhas e se escondeu atrás delas. Não foi só a beleza dela que lhe deu a certeza de que o emprego não seria de mais ninguém, mas o jeito como ela sabia usar tanto o próprio corpo. Como ficava claro o carinho que a criou. Como esse carinho era ao mesmo tempo vaidade e uma aposta violenta em si mesma. Como tudo isso estava tão bem posto a ele. Em sua posição de gerente e suas tantas armadilhas para manter preso tudo o que lhe seria útil. Embora utilidade não era bem o que ele buscava nela. Certa vez, numa dessas rodas entediantes, onde se discutem coisas bestas como filmes, música, ele ouviu dizer que a beleza de alguma coisa era tão útil quanto o gol de não sei quem, que era uma coisa que só pela alegria que ela causava já bastava sua existência. Era essa alegria. Mesmo ele não se deixando ver, era isso. Fez meia dúzia de perguntas formais e lhe deu o cargo que, na visão dele, uma máquina faria muito melhor. Mas pelas regras da empresa…

Juliano Gauche


Viva Aprygio

Queria que o wordpress fosse menos burro e me deixasse postar músicas, pra eu dar o prazer de vocês ouvirem o
Aprígio Lyrio.

Legal que a nova coleção do Lamar (pode contar Lamar? perguntar por aqui é ótimo né, mas eu acho que pode sim) é inspirada nele também. Vivemos uma fase Aprigio. Que bom, porque é lindo, corajoso, fresh, denso mais leve.

Vocês foram no show quinta passada, lançamento do CD? Foi lindo demais. Já dei um preview num post ali em baixo. Quem tocou foi o Aurora Gordon, banda que eu adoro por ser corajosa, fresh, leve e só um tiquinho de hard que a gente adora :).

Eu fiz o make dos meninos, artistas de várias bandas, e da linda Amélia. Já tinha feito o make deles 1 vez, mostrei mais ou menos nesse post aqui, um dos primeiros desse blog.

A Diana Abreu estava lá tirando fotos lindas, que estão no flickr dela, que vale a pena a visita. Eu roubei umas pra postar aqui.

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Making off:

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Tinta especial pra pele e pincéis de tela mesmo.

Eu gosto muito de criar junto com esses meninos porque eles estão no 3 show e, da mesma forma que estão se construindo, o make tem liberdade e diversas possibilidades pra ir se construindo também. A inspiração mor é a banda do próprio Aprígio, os performáticos Mamíferos, que inspiraram Ney Matogrosso que por sua vez inspirou o Kiss (gente, ps aqui, quem conseguir uma foto do Ney com a plaquinha I Love CUT ganha um corte de cabelo e um beijo!!! hehehe).

Na primeira vez nós pintamos a cara de branco e fizemos uns olhos coloridos (bento, depois vc paga o merchan). Dessa vez a gente viajou mais e soltou a mão. E pras próximas? Eu já estou animadíssima com novas idéias, é isso que eu mais gosto com eles. Olha umas fotos do processo e como a gente se diverte.

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Show

Vou postar só algumas, pra ver tudo, vai no flickr da Di.

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Aurora Gordon é:

Bruno Zanetti: Bateria
Murilo Abreu: Baixo
Saulo Simonassi: Guitarra
Sérgio Rouver: Flauta e Sax
Pedro Alcântara: Piano e Teclado
Amélia Barreto: voz
Fê Paschoal: Voz
Juliano Gauche: voz

À todos os meninos, obrigada pela liberdade, em especial ao Murilo Abreu pelo gás! Parabéns pelo Show. E, quem puder: ouça o Aprígio.


Aurora

Quem esteve ontem no Teatro Carlos Gomes, na apresentação do Aurora Gordon em homenagem ao Aprigio Lyrio se emocionou com certeza. Não vou dar detalhe nenhum ainda, esse é um post exclusivo para dona Diana lembrar de me mandar as fotos!!! Diiiiiiii quero todas pra postar aqui!!!

Um abraço pra todos por terem feito um show lindo e principalmente ao meu queridíssimo Murilo Abreu, que foi quem fez tudo acontecer. Parabéns Murilo, já quero o próximo pra logo!

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Omelete Marginal

2008 foi um ano de realizações, que conseguiu reunir, juntar e misturar as muitas produções locais, e todo mundo saiu ganhando com isso.

Vale a pena conferir cada detalhe aqui: http://www.iu.art.br/

Foi um luxo. E, lógico, onde tem luxo e gente boa reunida, tem Cut.

Dá uma pequena olhada na participação do meu, do seu, do nosso salão conceitual nessa grande festa:

Poucas mulheres conseguiriam ter uma atitude tão roqueira com um vestido tão fino. A roqueira é a linda Pri, do Vitória Hard Rockers, e o fino vestido é o estilista e show a parte Lamartine Neto.

Como não deu pra ver o make, a Priscila fez um carão especial pro nosso blog. Manda o carão, Pri:

A outra participação da Cut foi bem divertida: tintas coloridas lambuzando o rosto todo dos meninos do Aurora Gordon, que quizeram fazer uma homenagem ao grande Afonso Abreu. Essa vale a pena contar. Afonso Abreu foi o cara. Ele tinha uma banda aqui em Vitória há muitos anos chamada Mamíferos, e essa banda se apresentava com o rosto pintado . Reza a lenda que no clássico Festival de Guarapari, o Ney Matogrosso viu essa banda e se inspirou pra pintar a cara e se apresentar com os Secos e Molhados. E recentemente uma banda famosa disse ter se inspirado no Ney. A banda é o Kiss. Afonso Abreu é o cara.

nesse vídeo dá pra ver melhor:

É, também não tá muito bom. Prometo atualizar mais tarde com um close nos bonitos.

Por fim mais não menos importante, a linda e elegante Sanny Lys, a vocalista da incrível banda Zemaria e musa mor da Cut. Ela foi a primeira cantora a dar sua face para nossas brincadeiras, e essa parceiria tem rendido bons frutos coloridos. No vídeo abaixo a linda exibe make e cabelos by Cut, no show que encerrou o Festival, com todo mundo que participou dançando atrás! Fantástico! Ah sim, o vestido dela também é do Lamartine.

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Ufa, acho que foi isso. Mal posso esperar o Festival e a premiação desse ano!